Pequim - Praça Tian An Men

As fotos ilustram pormenores da Praça de Tian An Men. Lá está o retrato gigante de Mao. Um dos enigmas do século XX (ou, pelo menos, algo que dele ficará para estudo futuro) é a persistência de alguma esquerda em admirar grandes tiranos, entre outras coisas culpados da morte de milhões de pessoas - não apenas por irresponsabilidade (mortes massivas causadas pela fome, por exemplo) mas também por despotismo (repressão). Mao Zedong é um desses assassinos muito admirados. Aconselha-se a leitura de Mao - A História Desconhecida, da autoria de Jung Chang (autora de Cisnes Selvagens) e de Jon Halliday (obra editada em Portugal pela Bertrand).

A Porta da Paz Celeste, decorada com um gigantesco retrato de Mao, era o acesso maior ao Palácio Imperial. A "Porta", que tem cinco passagens, foi o local da proclamação da República Popular da China em 1 de Outubro de 1949. À esquerda do retrato lê-se: "Viva a República Popular da China!"; à direita está escrito: "Viva a amizade entre os povos do mundo!".


